Quinta-feira, Março 12

Na 1ª Pessoa


Alguém me diz porque sou tão burrinha e em vez de ir aproveitar o Sol maravilhoso, vou fugir dele?...

De 0 a 20: Se arrependimento matasse...

Quarta-feira, Março 11

Momentos

“Não é admissível que, nos dias que correm, se dêem erros de português num jornal como o PÚBLICO. Isto a respeito da última página (18 de Maio). O título da notícia é: “Roubar quatro queijos de vaca é desadequado para matar a fome”.

Em primeiro parece-me que não foi um roubo mas um furto. Mas isto não é matéria assim tão polémica...

Agora, a não ser que os juízes do Tribunal da Relação do Porto estejam a precisar de um corrector ortográfico, não percebo como aparece escrito, no penúltimo parágrafo, ‘persumir’ [sic.] quando, obviamente, deveria estar escrito ‘presumir’ do Lat. praesumere que significa: conjecturar; julgar com certas probabilidades; supor; prever; entender;

Sendo que há, pelo menos, um bom dicionário de português para PC e computadores APPLE não se compreende...”, escreve Jorge Laranjo.

“Desadequado” não é português. “Roubar” implica furtar com violência. Uma formulação correcta seria, portanto, “furtar quatro queijos de vaca é inadequado para…”. “Persumir” só pode ser uma gralha.

“Há dias, na primeira página do PÚBLICO, podia ler-se ‘desadequado’. O correcto é não adequado ou inadequado. Ainda sobre o mesmo assunto, a sentença da Sr.ª. Juíza que determina que é inadequado proibir o livro onde o autor põe a nu as constantes repetições da Sr.ª. Margarida Rebelo nos livros que escreve (sentença com a qual estou completamente de acordo), o PÚBLICO repete o erro e escreve desadequado. Mesmo que tenha sido erro da Sr.ª. Juíza, o jornal devia emendar e escrever correctamente. Os jornais e mais concretamente o PÚBLICO, jornal de referência que leio e compro desde o seu aparecimento, deve ter cuidado com isto, pois ainda que eu acredite que com o rolar dos anos Portugal poderá vir a transformar-se numa Comunidade da Ibéria, devemos pelo menos, e a exemplo dos catalães, conservar a nossa língua”, escreve Manuel Salgueiro Quartel, um leitor de Cascais.

Não adequado, inadequado, impróprio, inconveniente, inoportuno ou malpropício são alternativas correctas.

De 0 a 20: E eu que me considerava razoavelmente bem-falante...

Segunda-feira, Março 2

Mais que mil palavras...


De 0 a 20: Descobri que, afinal, sou transparente.